quinta-feira, abril 24, 2008

ensaio sobre qualquer coisa 1

da tristeza de não ter marias, nem laurinhas, montei em mim vários retratos de uma tristeza desmilinguida e desconjuntada.
lamentação-ões de um bilhão de coisas que fiz e também daquelas que não tive coragem. mas que devia ter feito.
gotinhas doces e quentinhas dos mesmos inquietos olhos que observam atento o mundo que um dia também já foi rosa e cada vez mais se torna apático ...

daquele mesmo mundaréu que invade a gente, finge que devasta e pede reza.

é tudo triste da porta pra dentro.

" capacete devia era ser no peito "

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